Pedaços de nada

O impulsivo irracional do prazer;

Confundo o belo, nobre e secular;

Sentimento esvaziado de um amor inacabado…

E sobrevive ao ponto de eu dizer;

Que eu não resisto enquanto te encontrar;

É a famosa realidade desgraçãda da saudade…

E só descanso quando te disser;

Que nunca mais vou te procurar;

Pois já sei da utopia de viver o dia a dia…

E me arrebento em todos os sentidos;

Extravazando tudo que eu te dei…

Posso crer, que o silêncio, não vai aliviar…minha dor, por te perder!!!

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