SERRETTI: “Poética do Azul”

Luiz Henrique Serretti de Castro
Belo Horizonte, 1969

Tive o privilégio de ser convidado para o evento “Poética do Azul”, do Artista Plástico Serretti. Foi na JAGUAR LAND ROVERWAY, no dia 7 de novembro, e se estenderá até o dia 23 de novembro de 2019.

Bem, antes de tudo, este mineiro radicado no Recife há 44 anos, é Pintor, Escultor, e Designer. Observamos aí, que além da sua pluralidade artística, tem um talento inigualável, e confesso, saí embriagado de ARTE PURA, na sua essência, na sua raiz.

Seu início se deu aos 17 anos, logo que se transferiu em 1987 para Denver, Colorado. Ingressou no curso de desenho na Brighton High School, o que mostra que o talento que possuía, foi lapidado numa das maiores escolas de Arte do Mundo.

Observei, como um leigo no assunto, porém cada vez mais me aprofundando nele, que a sinergia e a AURA ESPECTRAL FLUÍDICA que senti lá, de fato foi como se tivesse tomado um banho cultural que me deixou com um sopro leve, suave, assim como o seu AZUL magistral.

É bom que se diga que não só a questão das artes plásticas estava envolvida, pois de fato este AZUL também é bastante social, dentro da singularidade do mês de novenbro, na prevenção do Câncer de Próstata.

Gosto de cultura misturada à questões sociais, mas meu encanto de fato foi com o seu trabalho, diria o “Glamour” que foi o evento artístico.

Não vamos esquecer que o Artista de volta do Colorado, ingressou ainda em um curso de grande singularidade: Pintura e Escultura, pela escola Guignard de Artes Plásticas, em Belo Horizonte.

Aí se formou o Artista.

Aí se formou o HOMEM!!!

Como a “Poética do Azul” foi justamente em comemoração aos seus 30 anos de carreira, estava presente a alta esfera social pernambucana, sim, diga-se, a exposição vem percorrendo o Brasil há meses.

E era muito esperada aqui.

Eu tirei algumas fotografias de suas obras, tive a honra de sentar-me com ele, e conversar diversos assuntos ligados à sua temática cultural, como o seu ineditismo temático fantástico e de profunda relevância.

Realmente tenho que tirar-lhe um “chapéu imaginário”, tenho que me curvar ao seu talento.

Um sonho seria para mim falar deste mineiro/pernambucano, que tive o privilégio de estudar com ele no Colégio Santa Maria, ainda no ensino médio.

Não só eu saí encantado de lá, como todos as pessoas que lá estiveram presentes, pois tenho o meu “clic” artístico também, uma base de SEMIÓTICA completamente “observatória.”.

Mirei meus olhos para os olhares das pessoas.

E detectei signos…

E detectei espanto visual…

Detectei, acima de tudo, que para se fazer Arte, a pessoa tem que possuir o talento, mas também a qualificação artística, a sensibilidade, a inteligência diríamos que “visionária”, pois artistas são visionários, eles transmitem nas suas peças o que se passa por dentro de seus corpos conectados diretamente com as suas mentes.

Sim…a sensibilidade!

A temática certa no momento certo!

Uma fantasia visual, diríamos.

E que fique aqui, as minhas impressões e o meu registro.

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