DIR-SE-IA

Os questionamentos sobre as leis divinas, as magnas leis que assolam a nossa dissonante e questionável visão do mundo, estão aí.

Vivemos em um purgatório.

Na verdade este ano ainda não acabou, e eu estou esperando pacientemente que ele acabe.

O ano mais difícil de minha vida, e cada ano que passa é mais um a me intrigar nas prováveis consequências.

Morro só de pensar que meus questinamentos seriam de uma plena consciência dos fatos.

Mas, sob o jugo de um adolescente que abriu e despertou os olhos para o mundo, lambo novamente as minhas feridas.

E quantas vezes mais as vou lamber?

Quntas vezes mais irei apreciar as divindades que povoaram a minha imaginação?

De tão divino e absoluto é essa transitória vida e seus percalços.

O sábio e são convicto comumélico, está à beira do abismo.

Nocauteado.

A lona veio me fazer companhia, pois eu sou apenas espectro negro.

A luz se foi há tempos.

Não vivo mais de rebentos abençoados, a luz para mim não volta de maneira alguma.

Não a quero, não me diz nada mais tê-la.

Quero apenas o triunfo do grito de liberdade para a minha aflição.

Que os sábios espectros negros da divindade que me cerca, me tire das trevas absoluta.

As trevas do pensar, do reflexivo, dos reflexos de minhas impressões.

As impressões da vida.

Vida bandida, vida serena.

Vida inconsequentemente vivida.

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