Lendas

Simplesmente, um cálice sagrado, pode trazer de volta a luz e tirar das trevas um povo.

Na literatuta inglesa, onde a espada na pedra significou o adulério de Lancelot com Guenevere, Camelot foi condenada às trevas.

Independente dos efeitos retrógrados da Escalibur que sangrou naquele dia, toda uma nação foi condenada às trevas.

Mas no final da mitológica saga do Rei Arthur, o seu exército vence o embate contra o seu filho incestuoso Mordred, cujo a mãe Morgana, enfeitiçou o meio irmão na hora do coito.

Está aí a parábola perfeita para uma bela estória.

Eu observo referências da literatuta inglesa em todas as sociedades.

Na psicologia e na psiquiatria.

É por demais abrangente, e pode se encaixar em qualquer sociedade.

Não é à toa que entrou para o rol de referência literária num país do velho continente.

Gosto de absorver os aspectos de todas as literaturas espalhadas por esse mundo.

Gosto da lenda da Escalibur.

Gosto de uma boa leitura, que me faz refletir, divagar, e encontrar elos de comparação com o cotidiano que me cerca.

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