A teoria do da conspiração fraternal

E dentro do inventário, existia um novo membro, mas este inventário, diferente de todos os outros, era o inventário moral.

A falta de caráter, a moral desconfigurada, não fez com que pudesse ser suportado os infortúnios da injustiça.

Alheio a isso, o novo membro destilou o seu macabro veneno, ordinariamente sem nenhuma pena dos necessitados, deste maldito inventário moral.

Como poderiam os demais membros se sobressair tamanha injustiça?

Mas o que na verdade foi atribuído neste maldito inventário, foi uma canetada de um advogado experiente, e nunca antes pensado entre os membros.

Ele apareceu, veio acompanhado de um dos membros, acabou com toda a moral, deste inventário moral.

Lamentavelmente a cena foi ridícula.

Nunca poderiam supor, que o menos favorecido, estava lá com uma contra-ofensiva.

Ele levara também seu advogado, e colocou ordem na tumultuada casa.

O inventário moral desmoralizou por completo à todos.

E assim, a parábola foi escrita e digitada posteriormente.

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