Convivendo com a rotina

Uma combalida vida sem instímulos, pode ser facilmente associada ao tédio do dia a dia.

Não seria mero espectro nesse teatro do infortúnio, pois para se fazer parte dele, é preciso protagonismo, e muito.

Por conseguinte, todas as atribuições do convívio, remete ao fato do acolhimento de outrora, não fazer parte do mesmo cotidiano.

Uma vez foi estabelecido um pacto visceral.

Mas nem sempre ele perdura.

Os dias se passam, dia e noite, o mesmo estímulo, a mesma sensação.

Não é à toa que se perde o desejo, o desejo do pecado, pois se pecava antigamente apenas pelo ineditismo da situação.

Acaba-se o ineditismo, e fica o convívio.

Do convívio, a rotina.

E da rotina, o dia a dia sem muitas novidades.

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