O nascer educacional

Mas o cara disse tudo, ia escrever até algo a respeito. Mas disseram o que eu queria, o que fazer?

Poderia por tudo a perder por simples razões filosóficas?

Não vou perder nenhuma vírgula do que penso ou represento.

Represento muito mais do que se possa supor.

E isso é evidência para mim, até o último suspiro.

Sempre cuspi no prato que comi, o educacional, isso falo em diversas literaturas minhas.

Mas não quero analisar o que aconteceu recentemente no colégio em que estudei.

Situações além do imaginário, imagino até alguns notáveis que pasaram pela minha educação e que já se foram, o que diriam se vivos?

Nem vou citar nomes, sabe…

Não vale a pena, muitas coisas foram assimiladas por mim, inclusive de alguns que estão em grupos de wathsapp que eu me relaciono.

Muito difícil. Eu fui muito discriminado no colégio que estudei, por possuir um transtorno neuropsiquiátrico intitulado: síndrome de Tourette.

Lá me cuspiram, eu vi o racismo da classe branca predominantemente burguesa dilacerar até quem possuía alguma pigmentação diferente ou parda.

Negros, vi um ou dois, e me relacionei, éramos todos excluídos.

Minha revolta parte de quem ficou, de quem está aqui, levando a bandeira do legado educacional, todos bolsominiuns, e os educadores que lá estão.

Muito obscuro e lambido este assunto, por isso nem resolvi falar, sabe?

Que fique aqui o meu repúdio, nada mais que isso, e uma eterna interrogação do que estou escrevendo.

De mais, um abraço a todos.

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