Dominantemente absoluta

Vamos ao atributo da fé iluminada, daquelas que não é atribuída ao paradoxo da verdade, apenas acredita-se no divino.

E por mais contestada que seja esta fé iluminada, não podemos atribuir todas as necessidades humanas ao interminável e sucumbido reajuste de paradigmas.

Os paradigmas serão todos quebrados, e não se poderá obter uma resposta positiva em relação ao todo, aos possuidores de conceitos paradoxais.

Um grito de liberdade, daqueles que só se faz quando se alcança a reta final de uma prova de maratona.

Para ser livre é necessário sair da bolha, mesmo que se contamine com alguma bactéria, algum vírus, não se poderá se expor antes de sair do casulo.

E saindo da bolha sim, a realidade dos fatos.

A bolha proteje os virtuosos.

Mas os que gostam da liberdade saem demasiadamente de suas bolhas para conseguir respirar o gás tóxico da vida.

Vida para ser vivida e ser contaminada de energia fluídica.

E a fúria dos pecadores invade os caminhos dignificados da loucura, da louca fé.

Inabalável como só ela sabe ser.

Um possível terremoto nas nossas crenças absolutas.

Finalizando, um alento para nossas perspectivas noctívagas, expresivas e atuantes na esfera do cotidiano supremo.

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