O cotidiano que me cerca

O imaginário coletivo está para lá de introspectivo.

As pessoas estão com medo de sair nas ruas, estão confinadas em seus lares.

A ameaça do vírus Corona está alardeando o mundo.

Para mim, que por si só, é um ser introspectivo, fico dentro do meu lar curtindo o fim de semana mesmo.

Gosto de ficar dentro de casa, não me preocupo em colocar o focinho para fora, fecho a porta e só quero é ser feliz, com minha família.

Portanto o fim de semana está adentrando, e fico a observar o pânico no mundo, de fato estou um pouco cheio de tudo isso, sabe?

Ao som de Elis Regina, eu vou digitando essas linhas, e daqui a pouco, partiu supermercado.

É necessário a reposição dentro de casa, é necessário se colocar comida dentro de casa.

Vida que segue, e o cotidiano que se apresenta é o mais prazeroso possível.

A benção do inverno que vai chegando, nós assimilamos dentro de uma janela, por fora, a vida, o mundo, mas dentro, o nosso mundo.

Zeca Baleiro se apresenta como a transição, musical e ambiental.

Vamos nos comprimindo, sempre tem espaço para qualquer um que queira aparecer.

Todos são bem vindos.

De noite, o banquete, brindarei com água em taças, pois é a bebida mais segura de se tomar.

Que venha a noite, aguardo ansiosamente.

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