O padrão de si mesmo

Poder de ser mais, sempre mais.

Passeando ente linhas e conjecturas, o fio condutor da raça humana, temporário, temporariamente abalado por circunstâncias paralelas.

Inimigo de si mesmo, possuo uma dupla face totalmente despadronizada com o mundo.

Quero possuir vários transtornos, quero poder andar pelas nuvens, paralelamente ao fio condutor da razão, poder ter duas pernas para caminhar, duas azas para voar.

Padronizado com o paralelo mundo, a caoticidade me explicita elementares fatores para a vida.

A carência de se ter afeto, a vida conseguinte, paralela, as mesmas hipóteses.

O embrião de todas as formas, todos os tormentos, todas as adversidades.

Notadamente é o pressuposto de uma cordial aceleração do coração e da mente.

Raciocínios filosóficos são esperados para juntar todos os cacos das atrevidas semânticas de uma parábola.

Sou espectro de mim mesmo, sou de si mesmo, para o eterno mundo de plenitude divina.

O elementar “square” deste jogo de idiotices e estúpidas falácias.

Sendo assim, assim seja!

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