Um breve relato no tempo

A oitava praga
Giba Carvalheira

O tempo já se foi, ele não durou nem uma quarentena.

O tempo acabou!

Diria que do tempo peguei apenas a esperança, mas sei que 100% estará invariavelmente contaminado.

Aqui rogo pela bonança divina, pois bem aventurados os que estiveram no purgatório.

Não valeria à pena crucificar os não crentes, aqueles que estão desdenhando do mal.

Estou aqui em retiro por não ter ao menos pecado, e na terra dos pecadores, estarei sempre ao seu lado.

E sei que vamos sobreviver.

O amor vai sobreviver.

Um receptáculo de informações desgovernadas, faria deste nosso mísero e piedoso momento, uma ínfima parte de um todo.

Aqui, as partes estão conectadas, e sei bem do desconexo e infiltrado recomeço, pois todos foram observados.

Sou órfão da monotonia.

Sou o pecador dos inventários.

E que os visionários corram atrás de sua parte, pois eu sei demais que são usurpadores do reino divino.

Infiltrados no testamento, e absolutos no testemunho.

O tempo para mostrar a face cruel da bonança.

Assim seja!

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