A metáfora do encosto

Na escala ascendente, leva-se a fortuna, e relega o desafortunado.

Aquele que perdeu suas bases de sustentação, tudo ruiu desastrosamente, dentro de uma fração de meses.

Da fortuna nada pôde ser salvo.

Já era sabido que o confinado não possuía nada além de seus maravilhosos braços de laços sanguíneos.

E esses nem dá para contar, já era sabido igualmente.

Um encosto, um encostado.

E nada nesse mundo poderia mudar a rota dos acontecimentos, principalmente a falta de compreensão.

Não compreendido, portanto não sabido os motivos da miséria.

O encosto do encostado, metáforas jogadas ao ar, inimagináveis significados.

O fato é que nem encosto se transformou, pois fora esquecido na miséria.

E soube catar bem o cheiro putrefato de suas ilusões, o esquecido, o desafortunado, a peble da escória.

E que fique catalogado tudo num vasto significado abrangente.

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