O advento do pormenor de outra vida

O poder supostamente estaria carregado de ódio e fúria, caso não fosse o seu detentor, portador de sociabilidade e meditante conduta.

Nem todos podem o possuir, nem todos estariam certos de fazer dele um parceiro imaginário, às vezes real, mas quando o tal, detentor de pudência.

Postulado todo o sistema de interpretações e variáveis, pode-se arrumar um atestado para os mais fracos desaparecerem do mapa.

Viemos nessa vida para representar o que nunca fomos, não quero pormenorizar meu destino, apenas fazer dele, o maior de todos os trunfos.

A sorte de cair em um bom carteado, uma safra analógica de um carteado vencedor, salvaria a pele de muita gente.

Aqui, supostamente sem energias e muito cabisbaixo, deixo a minha mão farta de tantos revezes na sorte das cartas.

Não sou o jogador da fortuna, apenas fui talhado à ferro e fogo, nada mais que isso.

Jogo nos dados, a sorte de uma boa reencarnação, assim sendo, cair em ouro corpo físico, menos defeituoso.

Assim seja.

E nas cartas continuarei jogando a minha sorte, para um dia, poder ter uma vida de menos reveses.

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