Meus “eus” literários

Um dia caminhei rumo ao desconhecido.

Encontrei várias figuras, vários traços, vários perfis literários.

Saí desenhando, desenhei vários deles, mas o mais intrigante era que os meus próprios retratos eram os mais inspiradores.

Desenhei vários deles, alguns foram parar nos encartes de jornal, mas os melhores eram os meus retratos.

O meu “eu” introspectivo possuía vários retratos, eles, eram os mais intrigantes, pois possuía um vasto e elementar ser performático.

Neles, habitavam mais de uma faceta das minhas heróicas epopéias sobre este mundo.

Portanto continuo a desenhá-los, a mergulhar nas infindáveis possibilidades, eu sei que este é o fator diferencial na minha escrita.

Daí fui pincelando, cada vez que publicava uma estória, uma pessoa ficava furiosa comigo, pois tocava nas suas almas.

Mas costumo deixar as pessoas órfãs dos meus livros, portanto nada sentia, eu apenas perecisava de perfis coadjuvantes para mim.

Eu sempre fui a pessoa mais importante das minhas literaturas.

E isso é óbvio, eu aqui neste blog sou a pessoa mais importante, escrevo em primeira pessoa.

Portanto espero que tenha sido claro, e quem quiser um papel nas minhas estórias um conselho: corra atrás, mas corra mesmo.

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