Manuseando o tempo

A madrugada silenciosa, ela é forte, ela é mística, me faz pensar intimamente nas controversas possibilidades dentro de um questionamento de vida.

Sou senhor das possibilidades terrenas, sinto dentro de mim, um certo aprimoramento nos dizeres da plenitude.

Cego de euforia plena, saio na tangente da vida, sou o frasco que garda o perfume raro.

O fortuito e subiliminar artefato de vida, é o resquício de uma alvorada que pode ou não nascer.

O ano parece que não quer acabar, já foram muitos revezes em 2020.

Mas sigo, na euforia de quem quer ser, um breve e embutido cardápio de possibilidades no que se refere ao futuro.

Que futuro?

Mais dez anos?

Pode ser.

Espero um pouco mais, porém dez anos dá para se fazer muitas coias, tenho a certeza disso.

Portanto corro, saio de me desvio do caminho. Ser o viés da inforfação, ser ela propriamente dita, me faz tranbordar de alegria.

Sou por assim dizer o senhor que proclama aventuras.

E meu sonho, bem, todos eles foram consumados.

Agora, apenas tomar água de coco, debaixo de uma rede, em uma paradisíaca praia.

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