Hábitos de mim mesmo

Um alegre caminho se configura na plenitude do meu ser.

Passo um infindável veraneio de poesias jogadas e queimadas ao chão, dilaceradas pela minha angústia de sentir os sentimentos espalhados em forma de lágrimas.

Num rebelde sentido de esvaziamento de sentidos, fui refém de mim mesmo.

Pelo meu fator de convívio comigo mesmo.

Joguei as cartas na mesa, chorei até onde consegui, e resolvi continuar por mais uma vez, na tentativa de um recomeço.

Mas fui pecador na viés do sentimento, e de mim, fiz um inventário moral de todos os percalços existentes.

Não sou sub-produto para se jogar fora.

Não posso advinhar uma remota e oblíqua curva de sentidos.

O fiel da balança é caracterizado por mim, pois sou eu mesmo quem se faz presente nas entrelinhas desses posts.

Portanto que fique a reflexão de tudo, dito por tudo, acalentado pelo nada.

Nada mais posso fazer por mim, só esperar os dias e passarem, e torcer para acordar com mais ânimo.

É o meu renascer.

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