O ordinário passa tempo

Ontem foi uma madrugada difícil.

Passei ela toda digitando, esperando por algo que me acalmasse.

O espírito de Augusto dos Anjos foi encarnado, e eu produzi posts escatológicos.

Agora, mais suave, depois de ter dormido o dia inteiro, retomo as minhas atividades aqui no blog.

O lixo humano que eu relatei, nada mais é que espasmos da minha mente, enquanto eu sofro por dentro e dilacero a minha parca mente.

Diríamos que eu vá ao encontro do mal divino, e agora a divindade se apresenta de forma mais amena, com sua aura colorida.

Quero saborear a alegria de ter passado mais um dia, ileso dessa maldita pandemia, com alguns quilos a mais.

Mas isso é o de menos, o que importa é uma mente sã.

E nela me agarro na projeção absoluta, sabedor de que os revezes também pode ser considerado literatura.

Literatura digital

Visceral.

Acima de tudo, para reflexão do divino, e do sofrimento introspectivo humano.

Para todos um forte abraço, a madrugada me pertence.

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