O fardo e a retórica

Para se livrar de um fardo incomum, daqueles que perseguem a pessoa desde a tenra infância, é preciso possuir muita força interior.

Um bom fundamento é a paciência para se contra-atacar.

Quando se é ferido, mesmo que seja uma ferida social, a sicatriz é o combustível para se andar com mais segurança, pois ferido de guerra possui mais moral.

E essa moral advém do singelo e da subliminar luta para se fazer mais.

Se fazer mais para se livrar do fardo, para sair da mesma retórica.

Para se caminhar entre desconexos destinos ao final da caminhada, é preciso se ter muito brio, muita garra e perseverança.

E caminhamos sempre na tentativa de de alcançar o fim da linha, sempre em primeiro lugar.

Para se livrar do mal súbito.

Do fardo que incomoda muito.

E, fundamentalmente, para ser feliz!

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