Refém de mim mesmo

Um abalo mental, convalescido pela mente aprisionada no passado, me deixa como um refém com sentimentos pessimistas e retrógrados.

Não vou morrer de véspera.

Mas meus sentimentos são de morte!

Uma perturbada conscientização de um ser dilacerado por dentro, me fez pensar dos agouros da minha existência desordenada.

Não vivo de moderadas manias e sentidos.

Vivo de tormentos palpáveis, muito fundamentados no meu passado.

E se me perguntarem o quanto eu pequei e não sabia do fruto do meu pecado, responderei que fui vítima de ciladas humanas.

A humanidade tem as suas regras.

Possuí um maldito veredito sobre a relevância da matéria, e descobri através do seu descompasso, a realidade efêmera de meus desejos.

Todos eles não consumados.

Desejos internamente mal administrados.

As névoas rotularam a minha percepção, não tive como sair do veredito final.

Serei julgado no futuro por isso, e provavelmente, condenado.

Assim, deixo este registro como a minha culpa não assumida, mas a angústia de ter pecado.

E este mundo afinal é o dos pecadores.

Fato.

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