Plenitude criativa

Algumas vezes observamos situações em que vivemos uma experiência, e dela sai um relato, e neste relato achamos que tudo foi uma maravilha.

Depois de se passado alguns meses, até anos, vamos nos lembrar do que aconteceu, e percebemos que estava tudo errado.

E daí vem a pergunta: fui enganado?

Talvez, e enganado por mim mesmo.

Mas como sou mutável, prefiro achar que tudo aconteceu da forma que teve que acontecer mesmo.

Estou no máximo grau de abstinência de tudo, até de refrigerante.

Esta pandemia está servindo para eu tomar com regurlaridade as minhas medicações.

Nesta pandemia eu irei parar de fumar.

A nicotina está com os seus dias contados.

Aqui na bela madrugada, eu escrevo com a certeza de que estou convicto das investigações pessoais de alguns conteúdos meus.

Na verdade, possuo um vasto conteúdo, são tantas pastas e tantos arquivos?

A minha atuação múltipla me causou muita energia e desgaste, emoções aos turbilhões.

Seja em posts, mais de 2.100, fotografias e vídeos de eventos e palestras, músicas gravadas ao longo da vida.

Esta madrugada tirei para rever tudo isso, ou um pouco de um todo, é tanto material, que nem havia dado conta.

Sobriamente e confiante num despertar pós pandemia, aguardo com prazer esse tempo de reclusão passar.

Como todos, quero voltar à ativa, e assim, voltar para a plenitude criativa.

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