As comportas da angústia

Pedras no meu caminho, eu não consigo caminhar.

É muito difícil viver os tormentos do passado, unidos a um pensamento negativo de uma infortuita desgraça que aconteceu, e sempre vem à minha cabeça.

Um pesadelo instituído restaurou a janela malévola de pensamentos negativos, vou de encontro ao pandemônio mental.

Não adianta eu me indispor com minhas aspirações para a felicidade, ela caminha em controverso paralelo.

Um parâmetro entre a paranóia e a realidade, estou praticamente com ele traçado.

Angústia, tormentos, muita nebulosidade.

O fascínio de outrora é pautado pela conduta do silêncio, tão fugaz esse mísero passado.

As revelações bombásticas do condicionamento espectral monitoram a minha miserável razão de causa e efeito.

Vamos ao encontro macabro do final.

O final é a penumbra misteriosa da sacanagem humana.

O espectro germinou paranóias mentais, agora sou servidor do sepulcral tempo maldito, tenebroso e obscuro.

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