Rebentos especiais

Hoje observo apenas o interesse pertinente a minha aura.

De fato não estou em um bom momento, estou em conflitos interiores muito profundos, tento me estabilizar em uma equilibrada via, mas os tormentos se fazem presentes.

Sempre ao acordar, os sintomas são mais fortes.

Luto para levantar da cama, assim como luto para começar a minha jornada no “pós” me levantar.

Não é pessimismo nem loucura, é fundamento e indignação.

Mas sei que a pandemia está difícil para todos, eu do meu lado apenas a observo com o meu transtorno ultra acentuado.

Estou vivendo o veredicto da fortuna arruinada.

O reverso da felicidade.

A introspecção obrigatória mas relevante.

Não sei de fato, que trilhas percorrer, muito menos do futuro, apenas sei, que neste exato momento, nada posso fazer.

Da abstinência da nicotina não tenho o que reclamar, o vício se tornou meramente psicológico, e apenas não penso.

É a minha terceira tentativa na pandemia, já tinha o exemplo das duas anteriores para ajudar, e de fato ajuda, muito.

Muitos tabus foram quebrados na pandemia, muitas máscaras caíram para mim.

O obsevador aqui vê diante da caoticidade mesmo, fica mais turva a lembrança de um passado, e luto para clarear o presente, para poder não ter medo do futuro.

Os sinais introspetivos eu assimilo, e sigo adiante, na suposta releitura da minha vida, mas de que valeriam os sentidos se não fossem elas.

Cada parte de uma situação enfrentada por nós, é um capítulo que deve ser relido várias vezes se necessário.

Os fiapos de lembrança ficarão tatuados para sempre.

Não sou apenas espectador, quero participar indistintamente de todos os capítulos da minha novela, e nem sei quantos mais, mas quero estar presente.

Vibrarei pelo final feliz, e sei que muita coisa ainda vai acontecer.

O sofrimento eu deixo para colocar como tormentos.

Porém aprendemos com os nossos tormentos, sabemos exatamente tirar lições através deles, pois os fatos são concretos e complementados com as suas releituras.

Vamos parafresear a aurora e esperar pela vertente absoluta da metáfora positiva.

Quero ser rei no país da realeza.

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