O hábil e fiel da palavra

O tempo, inimigo de mim mesmo.

Vivenciando cada momento de aperto, por cima de tantas e tantas mágoas, considerando a máxima de todas as retóricas, o dízimo dos pecados alheios ao caráter social.

Vivenciando o norte expressivo, desnorteia-se o espectro da maldade, pois fiel foi-se para sempre no cardápio de excentricidades degustativas.

Sou o sábio habilidoso das palavras, e não meço quaisquer estratégia para atingir uma parábola em forma de frases.

Igualmente sem sentidos, sou e pairo sempre ao amanhecer, como o belo contigente da maldade.

Sorrateiro, experimento o degustativo divino, e a divindade permanecerá por toda a eternidade ao meu lado.

Vou submergir para a plataforma mais profunda da minha essência, explodo e implodo mil metralhadoras como forma de obter luz.

Fico então aliviado, e pronto para mais uma missão.

Dentro da minha parca sabedoria.

Tão parca, tão pueril.

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