Dizeres do tempo

Os dias vão passando, o tempo vai voando.

E de repente me dei conta do tempo, vi o tempo passar pela janela do meu quarto, percebi quanto tempo perdi, em pensamentos contra o tempo.

Vou além da visão da minha retina, tão sombria e nebulosa ela.

Os determinados pensamentos sobrevoam as determinantes e reativas transformações do conteúdo filosófico da modernidade, aquela em que estamos inseridos.

Vou de encontro ao dissabor, sei demais que pensei em ter uma vida diferente da que eu havia pensado, e por vezes vi a minha pretensão de ter vivido outra estória de vida se esvair nas minhas mãos, por entre os dedos.

Mas não me fiz de rogado, sobrevoei a imensidão insólita, vivi destinos cruzados, permeei por tanto tempo ao lado da escuridão, que a luz deixou meu olhar turvo.

Vamos vislumbrar novos tempos, é tempo de sabedoria e prudência.

Um retoque nesta vida, por favor.

Vamos esperar que seja a minha bela e desejada vida.

Eu sempre quis ser eu mesmo, portanto estou aqui esperando a promessa acontecer, todas as promessas da vida.

Não estou mais revoltado com as minhas amarguras e duvidosas fantasias, espero aglutinar uma sabedoria divina, e aprender com a sabedoria do tempo.

Vou portanto viver a minha vida, diga-se, uma rica vida, cheia de situações, cheia de coisas para contar.

Vivi intensamente ela, com direito a ter todos os sonhos possíveis.

Independente de os ter realizado, eu tive as espectativas.

Portanto sou fortuitamente feliz.

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