A real fortaleza de si mesmo

Sei demais das razões de minhas especialidades para diálogos diversos sobre o existencialismo humano.

Numa pandemia criativa ainda mais, partindo do pressuposto da identidade variada que me remete nos termos literários.

Em um momento eu estou militando na minha causa, a síndrome de Tourette, e outro eu já estou nos mimos e afagos da minha cogumelidade literária.

Por aqui um simples e eterno desconexo da realidade pragmática.

Só quero exercer o meu exercício literário desprovido de compromissos estéticos, quero perdurar pelos eternos momentos especulativos.

Aqui, no meu mundo, sei demais como se fazer uma salada filosófico-literária.

Absurdo é quem não me dá a devida atenção.

E por tudo, sempre e para sempre, na envergadura do tamanho de ato disciplinar, que me remete ao mistério da acorrentada razão.

Disciplina não combina comigo.

Sou cavalo selvagem, no ramo das palavras aladas.

Vivo um dia de cada vez, mas vivo intensamente e na intensidade.

Aqui, bem, apenas um pequeno registro.

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