O banquete de natal

Vivo intensamente momentos plenos de euforia.

Mas existem os momentos de letargia também.

Eufóricos ou letárgicos são os meus eternos pensamentos, inescrupulosos como eles os são, euforia letárgica.

Por momentos vis, tenho a fortuita esperança em um desdobramento das minhas esperanças, todas elas postas aqui no tabuleiro enigmático de um laptop.

Por um momento me fiz de rogado, usurpei as verdades de meu mundo introspectivo, fiz do fiel da balança o meu mérito de vida.

Aqui, ao som de ensurdecedora melodia, aguardo o meu comportamento subliminar virar pó, e mais uma vez do pó virarei cinzas.

Estou lutando contra mim mesmo.

E essa luta tem uma constância super afiada, a navalha que corta o meu destempero.

Uma vez mais, andei pelo vale dos filhos da puta, mas nem por isso serei um deles.

Sou sim, a máxima de uma vida de dissabores, induzidas na veraddeira e absoluta luz divina.

Fico por aqui, e espero todos para o banquete da minha ceia de natal.

Menos você, menos você.

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