Sem o sabor do romantismo

Foto por Pixabay em Pexels.com

Posso estar fingindo a ilusão de estar um pouco conformado, mas na verdade aceitar é impossível, o que ficou cravado nunca mais se vai.

Apensas um primeiro estrofe musical.

Apenas a necessidade de se fazer uma catarse musical, expulsando todos os demônios que se possa imaginar.

Agora já ao som de uma metalmania, sinto que as juras de amor possam ficar encobertas nos ditames da conjugação.

Não vou mais conjugar juras de amor, elas não me servem mais.

Fico observando o quanto poderia ser de mais desastroso que uma capacidade infrutífera de conjugação do verbo amar.

Não vou ficar aqui elevando o meu perdão aos amores roubados pela essência do romantismo.

Fui romântico por toda uma existência, e esse roamantismo me tornou impiedoso, implacável, mas pouco compreendido.

Aqui não mais farei as perguntas que me acometem.

Estou liberto, das minhas amarras, estou livre para poder pensar, mais adiante, para a eternidade!!!

Bem vindo ao sabor da razão, pobres e piedosos seres sem poesia, chulos, chucros.

Plantas malditas, amaldiçoo todos vocês, sem sentimentos para profanar.

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