Sob o olhar divino

Ruídos, sons perturbadores, é chegado o momento da glória abençoada. Neste nefasto mundo, observo o esplendor.

Como diria o sábio eloqüente, a maré está sendo digerida por mim de forma pontual.

Arranhas céus, divindades subjetivas. Aleluia é a graça de todos os tempos.

O que diria da eloquência dos Deuses?

Lhes atribuo a graça efêmera do meu singelo destino.

Vou voar até onde puder, o sol não derreterá as minhas asas de Ícaro.

Os fatos estão desistindo de gerar conflitos entre mim e o audacioso destino imaculado da bênção fraterna.

Só eu sei onde poderei chegar.

Um amém para as minhas fiéis possibilidades.

Agora, no conforto dos céus, vou orando por todas as materializadas vidas indigestas e vis.

O sol espera se por para um terço dos meus desejos não consumados.

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