Me sobrou você, velho laptop…

Foto por Junior Teixeira em Pexels.com

Com toda a perplexidade do silêncio sepulcral, digito por mais de um segundo.

Não vou quebrar este silêncio, de forma alguma.

Posso colocar uma música…

Não sei ao certo.

O som da madrugada me corroeu visceralmente por dentro, mas me corroe com caixas amplificadas de letargia.

Um pouco mais animado para prosseguir por aqui, resolvo colocar algo para tocar…

Relembrarei o passado, de forma mais acustica, de uma balada quase que concretamente frágil.

Sou o peregrino de aço, meus sentidos soam com sentimentos.

Essas linhas são o meu retumbante grito, o grito da liberdade, o grito de quem espera conseguir êxito nesta tão nefasta estrada da vida.

É aqui que eu caminho para a reta final, mas não vou desanimar, ela está longe de acontecer,

O fogo do tempero da calada da madrugada ao som de Iron Maiden, o primeiro e antológico disco, aquele onde tudo começou.

E eu estava lá, desde o começo, idos dos anos 80.

Firme e forte.

Já sou de uma época remota, sim, de uma época remota.

Vamos elevar esse ânimo, é preciso de autoconhecimento para prosseguir, e assim, poder triunfar na vida.

Nefasta vida.

Deliciosamente pecadora vida.

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