Meus títulos

Foto por Thought Catalog em Pexels.com

Sinto, intimamente, que nunca fui objeto de concordância coletiva, muito pelo contrário, sempre semeei a discórdia por onde passei.

E para tanto, um desejo íntimo é que a unanimidade saia correndo de mim.

Nunca fui unanimidade.

Pelo menos para a parte que me toca, a referência de um trabalho que eu sou preso, a minha bibliografia para lá de controversa.

O fato é que as pessoas gostam dos livros que escrevo.

Abordo muito a temática das drogas nos meus títulos, mas o fato é que sempre tive uma escola.

E faço outra escola.

Os “normóides” consumidores da minha arte, ficam deslumbrados com o universo, o leque que abro e deixo no meu legado.

Não tenho arrependimento de nada que escrevi até então.

E sinto que as pessoas deveriam ter um mínimo de entendimento ao acabar as minhas obras, ou seja, os deixo sempre órfãos dos meus livros.

O resto, bem, o resto é falácia.

Falabilidade.

Neologismo.

Para os bons entendedores, poucas palavras bastam.

Aqui, apenas um pouco de terapia lítero virtual.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s