Provérbio do altruísta

Foto por Rodolfo Clix em Pexels.com

Uso o sobrenome para denominar uma linhagem que nem sempre é precisamente o que me representa.

Mas todos temos sim uma linhagem, e dela não podemos nos desgarrar.

Aqui, deixo a minha perplexidade com os fatos atribuídos aos menos favorecidos.

Tenho a consciência de que fui o reflexo da minha sabedoria.

Tenho dó do mundo, a dor do mundo me comove, a intolerância me desagrada.

Minha fé não tem elementos corrosivos pois não a uso para obter vantagens, muito menos fazer julgamentos.

Vivo interpretando as minhas angústias, duradouras como só elas são, o advento da morosidade me comove ao ponto de emitir vários perdões.

Pois se sou perdoado também perdôo.

E assim sigo a minha sina sabedor do purgatório de juízes.

Tenho fé para medir os meus argumentos.

Tenho consciência da imaculada ressureição do Verbo.

Aqui apreendo os malefícios da verdade, e possuo a conduta do arrependimento.

Sou são ao ponto de me curvar ao divino, e quero saborear o seu cardápio de piedades.

Tenho a plena convicção de que sairei mais uma vez ileso aos comportamentos inoportunos.

Com convicção e com fé.

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