Servidor da palava

Foto por Wendy van Zyl em Pexels.com

Para como eu possa levá-la, será sempre com fé.

E com a palavra na boca, eu moverei montanhas, atearei fogo nas doze pragas do Egito, mandarei lama para todos os infortúnios da vida dos meus inimigos.

Porque eu tenho e possuo a palavra.

Uma vez inapto para entender os dizeres do Salvador, eu rogo pelo apego do disforme e pela forma do mosaico.

Pela arte do abstrato?

Rogo pelo apego do desprezo do concreto e do quadrado, de que tudo estava certo quando tudo estava errado.

E eu comunico a chegada imaculada da expresão surrealista, movimento de vanguarda.

E eu comunico a virada do milênium, antenado na descrença apoiado na desgraça.

E os cegos do universo submerso alimentam os seus desejos, emanado nos seus versos.

A peste revigora as suas crenças de que o mundo poderia, de que tudo existiria mas de nada valeria.

E eu comunico as mazelas da esperamça, apoiadas na conexão de bites e fachadas.

E eu comunico a chegada do limite, que começa na fortuna e a acaba em quase nada.

Até o fim, no firmamento da pegada lírica.

Abençoado seja!!!

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