A colméia divina

Foto por Anton Atanasov em Pexels.com

Te desejaria muito calor nas emoções, caso estivesse encoberto por magníficas flores, de tantas emoções destiladas no meu desejo.

Agora, ciente de mais vezes estar encoberto por desejos não consumados, aguardo a destreza divina, daquelas que sancionamos em julgamento retórico.

Quero abençoar as flores do seu jardim.

Quero alimentar com meu néctar suas abelhas, todas elas, a colméia divina de um espectro de luz.

A luz emana para todos, as abelhas estão a se alimentar de todos os meus íntimos pecados.

De todas as fortunas que carreguei comigo, as mais poderosas são justamente as que carrego dentro de meu coração.

Virtude carregada de sabor de mel.

Sou o que eleva a imensidão do espírito.

Vou vivenciar mais e mais vezes o espectro da raiz corroer as rupturas do meu desejo, tão íntimo desejo.

Luz!

Muita luz!

Vou agora dismitificar as vozes alheias a tudo que me cerca.

Quero saborear todo o néctar que um dia pensei que pudesse possuir, néctar de ti.

Néctar para purificar a nossa união.

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