Fé para quê?

Foto por Rodrigo Souza em Pexels.com

Parte de mim é um estorvo.

Estorvo no grau máximo.

Parte de mim é esperança.

Esperança num mundo mais justo.

E de tantas justiças que se possa vir neste mundo, nada mais justo que os pontos nos “is”, e me proponho a colocar um a um.

Nesta vida onde a fortuna não reina, dentro de mim só me resta amarguras e amor.

Amor para quem merece amor.

Amargura deixa eu as colocar dentro de mim, pois as tenho bastante.

Coisas são atribuídas às minhas convicções, o poético está apenas comigo, nada mais a acrescentar.

Já possuo muito calo nas mãos, sou um vencedor neste exército de tubarões, já possuo calos demais na minha concepção de vida.

Sou o reverso de uma pessoa amargurada.

O inverso de uma situação vil.

O caminho anuncia a chegada de uma nova esperança, um novo tempo, tenho dentro de mim a mácula de um oprimido.

Não posso encontrar substantivos que me reflitam a generosidade de outrora, tenho a convicção da fé, tenho a atribuição do respeito a mim mesmo.

Vou voar, consciente de que dei o melhor de mim, sempre, nesta vida insosa, insana, cheia de contra mãos.

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