Diante do pecado

Foto por Zaksheuskaya em Pexels.com

Diante de todos os meus momentos, estou prestes a derrubar as barreiras da minha temperança, para acumular o desejo do pecado.

Venho diante de todos, admitir a minha culpa, por ter tentado ser tão bem aceito nas covas sociais.

E tive que pagar o meu preço.

Ainda o pago.

Venho diante de tudo, admitir a minha culpa.

E meu pecado foi apenas amar os excluídos assim como aos da minha casta.

Este mundo não cabe o socialismo, não cabe a igualdade.

Como é distante a igualdade entre os homens, eu fico seriamente estupefato com tudo.

Agora tenho apenas a certeza de que a vida não pode ser reta como a visão turva das pessoas.

É preciso amar, e amando se chega a lugares mais sofisticados, não seja apenas o paraíso bíblico oferecido aos fiéis.

Tenho dó do mundo, muita dó.

Dó das pessoas mesquinhas, eu tenho a culpa da solidão, a carrego dentro do meu peito.

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