Papo cabeça

Foto por Andrea Piacquadio em Pexels.com

Diversas vezes me perdi na retórica, não me acostumando com a vida.

Hoje necessito de vida, aquela bem pertinho do afago de uma bela, tamanha a minha sede de viver.

Por vezes me vi acorrentado, e refém de mim mesmo, fiquei aprisionado em sentimentos maus, dos fundos da estranheza, das profundezas do divino.

Por aqui venho ao poder da discórdia, falar para todos os que esperam de mim muito mais do que posso, que as minhas limitações são múltiplas.

Em demasia.

Sobrevivo cercado de injustiças, muitas delas dentro do meu seio familiar.

Tenho consciência de todas as impossibilidades minhas dentro dela, a minha família raiz.

Venho através deste post, desabafar com as paredes cibernéticas, quero demais o respeito da prole dos meus pais.

Aqui deixo meus reflexos de entendimento, e fico a esperar uma reviravolta no meu destino.

Sou comportado o suficiente para obter a paciência desejada.

Vou ficando por essas paragens, tão divinas elas são.

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