Um termo a se pensar

Foto por Rodrigo Souza em Pexels.com

Saio pela beirada, vou escapulir da armadilha fatal.

Não quero me transformar em um produto de estatística, naquelas remotas, de difícil somatório de bons resultados.

Aqui vou atribuir o fogo ao termômetro de saliências, ditames do pecado, agigantar o meu dia a dia.

Sou máscara caída e tarimbada, meu conteúdo é indigesto, vou proclamar a vinda do paradeiro da fé.

Clamo por justiça.

Aqui pretendo eliminar as imagens antigas, por mais impossíveis que possa ser, e revirar em um baú de soluções enigmáticas para o meu salvo conduto.

Preciso apenas disso, do perdão alheio.

Quem puder me perdoar será abraçado com uma chuva de energizações positivas, partindo de mim, com toda a minha mediunidade.

Por aqui fico, por aqui retribuo o meu tempo de reflexão, com possibiliades concretas de ressocialização.

Até breve.

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