De máscara sem pânico

Foto por Nick Collins em Pexels.com

Dias se passaram desde que o pervertido sentimento inecrupuloso anunciasse sua rendição.

Sou a fragrância otimizada do derradeiro sentimento da desgraça.

Possuo os elementos interligados na sapiência do destino famigerado.

Répteis permanecem no meu caminho, e desde já, anuncio que eles não são bem vindos, sumam da minha frente.

Agora, confronto os eternos e duradouros movimentos ao meu redor.

O sábio profeta de bengala, mostrou a sua dentadura banguela.

Mil aleluias!!!

Intimamente, o reflexo dos meus dizeres, são negados pela irmandade que está ao meu meu lado, irmandade “zechanica.”.

E ele observa calado, mudo, a retórica dos nossos dizeres.

Abençoado seja.

Para toda uma eternidade.

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