O divino…apenas ele

Foto por Chait Goli em Pexels.com

Revisitando o único local onde a minha mente pode ficar leve, eu preciso de um pouco de compaixão.

Ainda devido às inúmeras situações de estímulo, envio a minha fadada compulsividade ao retórico.

Um pouco fora da ruína da palavra.

Exerço as minhas atividades como um sorrateiro caminho da discórdia humana.

Quero elevar o meu espírito, anunciar a completa alusão ao impróprio vislumbre, mas quero apenas a minha concordância de felicidade.

Sendo célere no meu dissabor, quero os resquícios da impiedosa moradia do silêncio, quero acenar no comportamento do destino.

Quero ressurgir como um meteoro que rasga o fogo nos céus.

Pássaro de aço.

Divindade absoluta.

Provavelmente um etéreo momento de ilusão plena, sou luz sobre os meus variados metabolismos espectrais.

Quero ser luz e chama, quero dignificar a minha passagem pelo planeta Terra.

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