As tentações do espírito

Foto por Tobias Bju00f8rkli em Pexels.com

Temo pelas minhas aspirações ao pecado, não quero ser o reflexo de outrora, lamento pelos meus lampejos de auto-flagelação.

Sou como um covarde à beira do julgamento, mas atribuo às forças do meu desejo, uma condição puramente humana.

Atribuo ao fato da minha pura essência ter esfarelado dentro de um copo de azeite, o amargo dessa vida imensamente mal vivida.

Mas se for analisar o pressentimento da minha essência, saí de adversidades muito simbólicas.

Tenho dentro de mim o momento de dizer não.

Escapulir pela tangente.

Gostaria de obter o perdão da vida, mas eu devo na verdade me perdoar, pois o meu perdão abrirá uma vasta manifestação de prescedentes.

Aqui vou ficando com a magia de um dia de cada vez.

Sempre.

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