Não tive culpa

Foto por Mike C. S. em Pexels.com

Não posso mais conviver com certos retrocessos imaginários na minha vida.

As amarras mentais me deixaram aprisionado, e tive que sucumbir de um efêmero desejo, a reação foi adversa.

Não vou procurar mais a fuga de meus desejos não consumados, tenho que reagir nesta vida ainda, sair de um estado letárgico e obssessivo.

Vou ao encontro do explendoroso fim, lá é onde reside o meu destino.

Quero fazer de mim um reflexo da soberba alheia.

Indo de encontro com a famigerada essência sórdida, fui por muitas vezes o reflexo das minhas entranhas.

Acordo e vejo como foi inútil lutar por um espaço entre as pessoas do famigerado banquete .

Hoje apenas sou quem diria ser um dia, e me indaguei, e me questionei. Vivi muitos momentos, mas agora o momento da ruptura…da falta de culpa, porque me culpar, afinal?

Sou liberdade introspectiva, sou pássaro rasante, céu aventureiro, sol escaldante.

Fiel a mim mesmo…

Sou luz na escuridão!!!

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