A danada presença divina

Foto por Egor Kamelev em Pexels.com

Poderia saber o quanto faço para chegar ao nível máximo de entendimento, porém a torre de Babel sempre estará presente para nos confundir.

Gostaria que você entendesse o quanto fui o fiel da retrógrada balança, mas hoje desacreditado, sonolento e sem a menor força para virar o jogo.

Agora fico por aqui a esfregar a minha cara no rosto de quem fez de mim, objeto de discórdia.

Agora, o grito retumbante do alvorecer, chega para me corroer por completo.

Estarei pela manhã, perfilado para a sobrecarga emocional.

Ficarei sempre a mercê do destino desafortunado da razão absoluta de uma pseudo verdade.

Vamos retomar os nossos instintos, vamos verificar o quanto a nossa vida foi galgada a situações de parceria e risco.

Hoje, sabedor de todos os níveis de conhecimento mútuo, venho ao plenário, comungar mais um dia lado a lado com a verdade.

Vou de encontro com a plena sabedoria.

Vou e encontro sempre as hostes do pecado.

Sou um efêmero pecador, mas meu pecado tem o sabor doce do desejo não consumado, estou por aí, solto como um vento.

Altero os meus neurônios se assim achar necessário!

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