Destinos amargos…

Foto por Tim Gouw em Pexels.com

E bem certo que não posso presumir muita coisa.

Mas a verdade é que eu estou dilacerado por dentro.

Quantas vezes mais?

O poder titânico do meu ser, arde em chamas verdejantes, posso estar correto na minha parca afirmação.

Quantas vezes mais eu vou caminhar nesta estrada cheia de destroços invisíveis?

O poder da mente dilacera todos os meus instintos puros, só ficando os perturbados e investigativos, pois tento encontrar o impenetrável.

O imperceptível ronda a minha mente, não estou nessa vida à passeio, quero vivenciar situações reais.

O abstrato paira na minha mente vazia.

Quero preenchê-la de vida!!!

Vida plena e absoluta, vida para se viver sem complicações.

O universo límpido estará para sempre na minha mente com o seu desvio de atenção.

Eu quero os holofotes virados para mim, preciso deles para respirar a graça da purificação.

Abstraio todas as forças dentro de mim, vou atribuir ao modesto e esplendoroso recomeço, pois preciso de um novo norte.

Sempre irei dividir as minhas chamas com outros espectros, a vaidade deixo de lado.

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