O recomeço do ciclo da flor

Foto por Sinitta Leunen em Pexels.com

De fato me concentro nas coisas positivas, e me perco nas inúmeras possibilidades de atrito com o que me rodeia.

Aqui, articulo toda uma retórica em prol de um desenvolvimento da pacífica parábola de um eterno sonhador perfeccionista.

Ando reticente no falar, pontual ao caminhar, célere em responder, ativo quaisquer meta intranponível.

Sou flecha.

Sei arrebentar as muralhas, nada me é dito como impossível.

Todo o pecado eu destruí em cotas de fracionamento de impurezas, as mazelas se foram por completo.

Antigamente faria muito bem para mim ter uma única pétala de esperança, mas ela se foi, e agora fica a repugnante tristeza.

Fui para sempre o senhor da desilusão.

Quero saborear novamente apenas do néctar da flor que eu carreguei a sua pétala.

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