Por mim…

Foto por Kai-Chieh Chan em Pexels.com

A razão de ter esperado o julgamento alheio para conduzir a minha linha de comportamento, me fez com que carregasse uma imensa culpa.

Culpa por tudo, pelos pecados dos homens, a humanidade aponta um dedo para mim.

Não suporto mais tamanha pressão.

Quero deslizar suavemente por entre caminhos que me levem ao purificado paraíso.

Estou nesta vida em todos os sentimentos fortuitos, quero ser a luz que ilumina a minha essência.

O elemento para eu ter a razão de meus dissabores, ilumina a escuridão fria do meu corredor mental.

Caminho na contramão.

Vou de encontro com minhas idéias sobrepostas para permanecer alheio aos obscuros sentimentos.

Nunca julgarei ninguém além de mim mesmo.

E espero ser absorvido…

Por mim.

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