Memórias de um depressivo

Foto por Prashant Gautam em Pexels.com

Quero aqui, carregar a culpa, simplesmente não me livro dela, porque eu carrego a culpa, eu tenho culpa no cartório.

Porque eu cometi traição sentimental durante anos, mas nunca traição moral.

A parte encolvida nunca deu espaço…

E eu me sinto nojento, errado, podre, completamente contra os meus instintos.

A noite é dilacerante e mesquinha, mesquinha de sentimentos que me aliviem a dor mental, a loucura pós uma jornada de seperação.

E a seperação dói demais, meche com o nosso verdadeiro instinto pleno e absoluto.

Como poderia ser um igual ao todo, todos os sensores que me levem ao tributo da paz, arruinada por minha real situação de desamparo.

Dos filhos…

Da esposa…

Quero de volta os meus, sabedores de que o que fiz foi seperação moral, aquela que destrói mas é necessária.

E que meus valores estejam perpetuados pelo breve caminho.

Uma vez mais…

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