Antigamente era assim

Foto por Maksim Goncharenok em Pexels.com

Quase nunca saberei do quanto é malévolo minha identidade em seu estado de exposição.

Porém vale ressaltar que, uma vez estando no jogo da vida, és uma referência dentro de um mundo social.

Vale dizer que plenamente sou o etéreo e o estéreo, também o estérico, para gritar pelos meus direitos e minhas convicções.

Sou o que pestaneja sempre para as solícitas situações de vida.

O pleno se faz presente, serei sempre a personificação do mito, aquele que não fincou as suas suásticas em solo firme.

Uma vida cheia de percalços, ela sobreviveria a uma sonífera manifestação de vida?

Não saberia dizer…

Mas o espectro que leva a minha palavra adiante, sabe bem onde pegar todos os elementos da sorte, a fortuita comunhão com seus bens morais.

Para sempre, no cume do esplendor.

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