O salvador

Foto por Elena em Pexels.com

Observando a escuridão, saí para a luz, e me deparei com a antagônica e performática sensibilidade, que escapuliu por entre os meus dedos.

Já se foi o tempo de termos uma retidão no semblante purificado pela bonança.

Uma mácula divina se apoderou de minhas angulares retinas.

Vou em volta e meia dando cambalhotas neste purgatória sem fim, não conseguindo me desgarrar do espectro.

Nos espelhos sepulcrais, encontro a minha destreza e atarefo minha penitência de situações a serem resolvidas.

Obstinado é o sonhador.

A metáfora máxima colocada nas dissonantes da minha pauta, ressoam nos seus cânticos sacros.

Vivo a derradeira música, tocada em fá bemol, citricamente como uma bebida ácida.

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