Divindade de aço

Foto por Pixabay em Pexels.com

Ao som de metálicos rifes de guitarra, vou no embalo que me acompanha, aquele que me leva aos pormenores da divindade auditiva.

Por mais que eu possa observar os reflexos ao meu redor, sou abruptamente envolvido por uma névoa de possibilidades, e quero muito o reflexo da destreza.

Agora posso me incubir de metálicos reflexos metafóricos, de metal que se leve a paz das águias de aço, aquelas que são intransponíveis.

Com velocidade de rapina.

Sorrateira ave de aço, divindade nas especulativas abstrações, que permite a penetração do espectro na ceia sagrada.

Vou feito águia me acomodar nesta cadeira da mesa.

Quero saborear a lebre.

Assada.

Cheirosa.

O banquete me espera, e eu não quero deixar de me fartar.

Bom apetite…

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