Para o santo

Foto por Jill Burrow em Pexels.com

Quantas vezes mais estarei esperando pelo desejo do consumismo elaborado do pecado capital?

Mas não me venham com bravatas, intencionalmente eu aguardo por um retórico movimeno de despertar, e irei aguardar apenas o meu propósito final.

Volta e meia eu sou metáfora.

Outras vezes abstração.

Mergulho no neologismo, sou da contra-mão.

E por onde quer que passe, levo dentro de mim, o certo retorno de um esbanjado final.

Estarei até o fim, aguardando ser atendido por uma clínica psiquiátrica, aquela que irá me levar ao despertar do semelhante.

E carrego comigo as frações de todos os pormenores.

Até aqui, ainda não encontrei o final esperado por mim, aquele que queria carregar comigo sempre, adiante, longe do meu olhar.

Destemido como poderia ser, aguardo o temeroso fim, e ele que me traga uma garrafa de cachaça, quero brindar com os seres do alto.

A minha ressurreição.

Luz divina e abençoada.

Uma lapadinha para o santo, nada mais.

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